quarta-feira, 22 de junho de 2016

Gloria Victis - Fazendo grana com Linen Bag (bolsa com 20 slots)

Uma das formas mais eficazes e simples de fazer dinheiro no Gloria Victis é craftando Linen Bags, uma vez que só precisam de 1 MATÉRIA PRIMA (Flax) e as receitas (TODAS) podem ser compradas na cidade inicial.

1º - Colhete flax


Flax pode ser encontrado perto de Dunfen (Cidade inicial dos Midlanders) como no print abaixo:

Também pode ser encontrado em O'Nar's Farms como no print abaixo:


Pra quem é Ismir, não se preocupe, também tem Flax na cidade principal e na fazenda, eu apenas não tive tempo de atravessar o mapa pra tirar um print

2º - Faça flax straw

Tendo colhido bundle of flax, crafte flax straw - Perícia Forestry and Farming (recomendo fazer na estação de trabalho apropriada pra ter mais resultados)

3º - Faça flax fibers

Perícia Forestry and Farming (recomendo fazer na estação de trabalho apropriada pra ter mais resultados)


4º - Faça flax threads

Perícia Forestry and Farming (recomendo fazer na estação de trabalho apropriada pra ter mais resultados)


5º - Faça small thick flax canvas

CUIDADO PRA NÃO SE CONFUNDIR - Usando a perícia tailoring and leatherworking, faça mas NÃO O MÁXIMO, pois você ainda vai precisar dos flax threads pra fazer as bolsas (recomendo fazer na estação de trabalho apropriada pra ter mais resultados)



6º - Faça as linen bags

Como dito acima, você ainda vai precisar dos flax threads, então NUNCA deixe que esse item acabe na 5ª etapa.


7º - Venda as bolsas

Vá para qualquer NPC, venda as bolsas e seja feliz

Me add ingame:
Everton
Steam: Everton2040
Nação: Midlander

sábado, 30 de maio de 2015

Dia dos Namorados e eu sem dinheiro - O que fazer?


Jantar à luz de velas - As mina pira no romantismo

6 dicas de presentes baratos para quem está sem grana!

Dia dos Namorados se aproximando e é natural que muitos quebrem o porquinho para agradar a amada, mas alguns simplesmente não tem de onde tirar grana e acabam caindo num dilema ou pensam estar num beco sem saída - Acredite - Há presentes baratos que tocam o coração feminino de uma forma que dinheiro nenhum poderia, use a criatividade que Deus lhe deu e siga algumas das dicas abaixo:

  1. Flores - Pode parecer clichê, mas TODA MULHER gosta de flores. E ponto final aqui...Esqueça isso de alérgicas, são minorias, a maioria das mulheres ama receber flores. Além de baratas, podem ser encontradas facilmente. Caso sua grana esteja realmente apertada e nem uma flor puder comprar, você pode colher em algum quintal por aí.
  2. Um poema - Isso praticamente grátis! "Ah, mas não sei escrever...", Usa o Google meu camarada, procura algo que defina o relacionamento de vocês, mas cuidado! Nada de poemas conhecidos de Camões, Shakespeare, ou pegar o primeiro poema que aparecer nas buscas, gaste seu tempo para encontrar algo especial, que consiga, ainda que de forma vaga, lembrar as particularidades do casal. Não vale também pegar um poema lindo que um amigo escreveu, o namoro dele é diferente do teu, a namorada dele é diferente da tua. Escreva algo especial e particular para aquele momento, para o momento de vocês. E não é imprimir em fonte arial 12 não. Faça alguma arte no texto ou coloque as mãos na massa: pegue papel, caneta e solte a criatividade com tua própria letra.
  3. Jantar - Não falo aqui de jantares em restaurantes sofisticados não, falo de PREPARAR O JANTAR. Mãos à obra, prepare algo que ela goste e aproveitem do momento a dois, desfrutando uma deliciosa refeição feita por tuas próprias mãos. "Ah, mas eu não sei cozinhar" - LARGA O MIMIMI e vai aprender ora, procura no Google ou no Youtube e vai encontrar receita pra qualquer coisa que queira. Além da própria comida, cozinhar juntos é uma experiência boa e agradável que ela também vai adorar.
  4. Chocolates - Qual mulher não gosta de chocolates? Não importa se ela está fazendo regime (Sim, elas sempre fazem regime), pra comemorar uma data como o Dia dos Namorados elas quebram o regime. Mas seja criativo, não adianta apenas comprar uma barra, enfeite uma caixa, coloque laços, embrulhe, enfim, seja criativo, a criatividade não custa caro.
  5. Urso de pelúcia - Nada de infantilidade, mulher realmente gosta de ursinhos, mesmo que ela já tenha vários, elas gostam de bichinhos de pelúcia e sempre terão um carinho especial por novos que venham a receber.
  6. Passeio - Shopping, teatro, museu, exposição, cinema, enfim, a um lugar que ela goste e que vocês se sintam bem estando juntos. Se a grana for realmente muito apertada, vale lugares "grátis" como uma praça por exemplo.
Claro que, na sociedade consumista em que vivemos, a tendência é associar o Dia dos Namorados ao dinheiro e incentivar as pessoas a gastarem sempre mais. Claro que isso não é de todo errado, porém, o amor não se compra, muitas vezes você pode surpreender a pessoa amada com gestos simples e sem gastar muito pra isso, basta usar a criatividade e inovar.


sábado, 22 de novembro de 2014

Comparativo - Nikon Coolpix L810 x Zenfone 5 (batalha totalmente injusta)



Fazendo uns comparativos aqui no meu celular, testando bateria, velocidade, câmera, etc, tive essa brilhante idéia de comparar, não com outro celular da mesma margem de preço e sim com uma câmera semi-profissional da Nikon.





Nikon Coolpix L810 - 16 mega pixels
Pra equiparar, baixei a resolução na metade, deixando em 8 também (3264x2448)
Valor aproximado: R$ 560,00









Zenfone - 8 mega pixels
3264x2448
Valor aproximado: R$ 650,00









Pra equivaler, obviamente nao usei o zoom de 25x da Nikon, bem como o flash que é muito mais potente do que o flash de um celular, também tive que afastar mais o celular do local da foto, pois a abertura de uma câmera semi é outra vantagem. Por outro lado também não usei nenhuma edição inteligente do celular como filtros, etc.

Todas as fotos foram tiradas em modo automático, também pra equivaler a comparação - Nota-se que em quase todas as fotos são bastante semelhantes, em alguns casos a foto do celular parece até melhor do que as fotos da Nikon.

Obviamente se a idéia é somente tirar fotos a câmera é melhor (tem o dobro da resolução, aqui eu reduzi pela metade, o flash é mais potente, abertura maior, zoom de 25x etc), mas convenhamos...Com um celular assim, dá pra tirar fotos tranquilamente, sem precisar carregar um "trambolho" enorme que é a câmera da Nikon, e também é um celular né, com muitas outras funções e não apenas a fotografia.

Nikon
Zenfone


Nikon


Zenfone


Nikon
Zenfone










Nikon
Zenfone
Nikon
Zenfone











Nikon
Zenfone
Nikon
Zenfone

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O mártir virtual (Martírio no Século XXI)

Hoje quero falar sobre o martírio, mas antes peço que esqueçam tudo que leram ou ouviram falar sobre apedrejamentos,  mortes, decapitações ou enforcamentos. Hoje, isso até acontece em alguns países do Oriente Médio, mas aqui no Brasil está surgindo uma forma de martírio ainda mais cruel e terrível: O martírio virtual.

O mártir virtual não passa fome como alguns santos que sofreram nas guerras, não apanha como apanharam os primeiros cristãos, tampouco são jogados aos leões como aconteceu na igreja primitiva. O mártir virtual sofre quando posta um artigo pró-vida e aparece um abortista para xingá-lo de forma cruel e temerária. Suas lágrimas escorrem a cada "curtir" que os comentários negativos recebem, ou a cada insulto inbox recebido. Nada, exceto a Paixão de Nosso Senhor, pode ser comparado ao sofrimento dos mártires virtuais.

"Aquele comentário, feito por um fake cuja foto de perfil era Che Guevara, me doeu como um prego nas mãos de Cristo", relata um dos mártires, em sua confortável poltrona, enquanto assiste um vídeo de sua banda favorita no Youtube.

Catacumbas? Ah, hoje as catacumbas não são lugares no sub-solo onde os cristãos se encontravam para celebrar a Santa Missa escondido dos que os perseguem, mas sim grupos fechados no Facebook, onde se refugiam os pouquíssimos católicos que ainda prezam pela sacrossanta tradição, para falar de temas como aborto, "casamento gay" ou "camisinha". As "catacumbas virtuais" não fedem, não escondem a luz do sol, mas são igualmente cruéis, pois são fechadas em si, tratam-se dos últimos lugares aonde um cristão virtual precisa ir.

"Oh, cruel sofrimento de estar sempre em grupinhos fechados, afasta de mim este cálice, ó Pai", exclama um dos mártires, ao ver um texto de algum site católico no tablet, enquanto come sua pizza com guaraná deitado em sua confortável cama.

Como identificar um "mártir virtual" no Facebook?

Não é tão simples identificar um mártir virtual, mas algumas características são comuns na grande maioria destes:

  • Foto de Cruzadas ao invés de uma foto pessoal. Mesmo sem saber quem é o personagem da foto e mesmo conhecendo quase nada sobre as Cruzadas.
  • Fotos de Cruzadas postadas frequentemente, com frases de "guerra aos hereges", mesmo que a pessoa não saiba nem atirar com um estilingue.
  • Participam de pelo menos 200 grupos com temáticas de "guerra religiosa", como por exemplo "Arautos da Verdade", "Paladinos de Cristo", "Justiceiros da Moral", etc, ainda que no dia a dia e offline tenham medo de barata.
  • 99% dos textos  que postam são de notícias relacionadas a temas "polêmicos" como aborto, união homossexual, etc, e SEMPRE (sempre!!!) com uma pequena nota falando da Inquisição, ou então comparando em "como seria se vivêssemos num país monárquico".

Que o sangue (leia-se blocks no Face) desses mártires, sirvam de inspiração (ou não) para a vida de todo cristão e peçamos a Deus que envie bastante louça suja na pia dessa galera.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Um pouco sobre League of Legends


Eu, como viciado em games, acabo, jogando de tudo, todos os gêneros, desde Super Mario, até Resident Evil, passando por jogos de corrida, futebol, FPS, MMORPG, dentre tantos outros, mas hoje quero falar de um que atualmente estou jogando: League of Legends.
Não serei hipócrita dizendo que é o "melhor jogo que já joguei", primeiro porque não é, e segundo que, mesmo que eu julgasse ser, isso é muito relativo, pois amanhã poderei estar enjoado do jogo e começar a jogar outro...A intenção aqui é comparar com alguns (muitos) jogos que já experimentei.

Mas o que é "League of Legends"?

Não vou aqui copiar a descrição do site do jogo porque se você quisesse saber o que os desenvolvedores do jogo dizem sobre ele, obviamente iria ao Google e procurava, se você entrou aqui e começou a ler este texto é porque está afim de ler uma OPINIÃO minha sobre isso, gostando ou não, concordando ou não, é apenas uma opinião e um ponto de vista pessoal.

League of Legends foi uma espécie de "cópia" de outro jogo, chamado DOTA (nunca joguei), que por sua vez foi inspirado nos heróis de jogos como Warcraft III. Lembra-se que em Warcraft III (ou outros semelhantes como StarCraft, Age of Empires, Mithology, Warlords BatleCry, etc) em que haviam, além dos "soldados normais", alguns mais fortes, que eram chamados de "lendas, heróis, campeões, ou outro nome qualquer"?

Em League of Legends você escolhe um único personagem, denominado campeão dentre dezenas disponíveis entre arqueiros, assassinos, guerreiros, paladinos, magos, etc, cada um com um conjunto de 5 habilidades específicas e totalmente distintas, ou seja, suas 5 habilidades são exclusivas daquele campeão e não podem ser trocadas. Não pode ser feito, como em Diablo 3 por exemplo, em que você escolhe um conjunto de habilidades. Aqui você escolhe um campeão e seu pacote "fechado" das 5 habilidades que ele tem e é com esse campeão que você deve derrotar a equipe inimiga.

Citando também os jogos de estratégia (Warcraft, Age of Empires, Starcraft,etc), no League of Legends você também tem uma base, mas aqui não há recursos, ou seja, você não precisa construir quartel, campos, coletar recursos, etc pra criar soldados, os "soldados", aqui denominados minions, nascem igualmente nos dois lados do campo, com exatamente as mesmas forças, velocidade, defesa, etc. Ou seja, a parte "automática' do jogo, os minions, são iguais, possibilitando exatamente as mesmas chances de vitória e derrota. O que garante a vitória ou derrota é o desempenho dos jogadores, divididos em dois times, de 3 ou 5 pessoas.

Precisa pagar pra jogar?

Não! Esse é o maior diferencial do League of Legends, em relação a outros jogos online. Ainda que vários jogos online se intitulem "grátis" (Tibia, Aika, WOW, etc), qualquer pessoa que jogue algumas horas percebe a imensa ou até ridícula vantagem que tem os jogadores que pagam ou que compram itens com dinheiro real, em relação aos que não investem 1 centavo para jogar.

No League of Legends isso NÃO EXISTE.

Em League of Legends o que você compra com DINHEIRO REAL são os personagens (campeões) que também podem ser comprados com RP (ganha-se RP em cada partida jogada), skins (pra deixar os bonequinhos bonitos, coloridos, etc, mas isso em NADA interfere na força ou nas chances de vitória), páginas de runas (que também podem ser compradas com RP), ícones de invocador (não interfere em nada no jogo também). Você deve estar pensando: "Ah, mas com dinheiro posso comprar todos os campeões em um único dia e ficar "fodão", tendo assim vantagem sobre um jogador que precisa jogar durante dias pra poder comprar os campeões de 1 em 1. ERRADO: Em cada jogo você só pode jogar com um campeão, então um jogador que tenha todos e um que tenha apenas meia dúzia de campeões pra escolher, tem a mesma chance de vitória, a única "vantagem" é que ele possui maior variedade na hora de escolher com quem jogar, nada mais do que isso. Se ele for ruim ele vai perder, independente de quantos campeões ele tenha.

Quer começar a jogar?

Cadastre-se através do meu link de referência, assim você estará me ajudando também.

http://signup.leagueoflegends.com/?ref=5289e9131c0a8178158064





terça-feira, 20 de novembro de 2012

Opinião - Parada gay, cabra e espinafre


Revista Veja - 12/11/2012
J.R. Guzzo

Já deveria ter ficado para trás no Brasil a época em que ser homossexual era um problema. Não é mais o problema que era, com certeza, mas a verdade é que todo o esforço feito há anos para reduzir o homossexualismo a sua verdadeira natureza – uma questão estritamente pessoal – não vem tendo o sucesso esperado. Na vida política, e só para ficar num caso recente, a rejeição ao homossexualismo pela maioria do eleitorado continua sendo considerada um valor decisivo nas campanhas eleitorais. Ainda agora, na eleição municipal de São Paulo, houve muito ruído em tomo do infeliz “kit gay” que o Ministério da Educação inventou e logo desinventou, tempos atrás, para sugerir aos estudantes que a atração afetiva por pessoas do mesmo sexo é a coisa mais natural do mundo. Não deu certo, no caso, porque o ex-ministro Fernando Haddad, o homem associado ao “kit”, acabou ganhando – assim como não tinha dado certo na eleição anterior, quando a candidata Marta Suplicy (curiosamente, uma das campeãs da “causa gay” no país) fez insinuações agressivas quanto à masculinidade do seu adversário Gilberto Kassab e foi derrotada por ele. Mas aí é que está: apesar de sua aparente ineficácia como caça-votos, dizer que alguém é gay, ou apenas pró-gay, ainda é uma “acusação”. Pode equivaler a um insulto grave – e provocar uma denúncia por injúria, crime previsto no artigo 140 do Código Penal Brasileiro. Nos cultos religiosos, o homossexualismo continua sendo denunciado como infração gravíssima. Para a maioria das famílias brasileiras, ter filhos ou filhas gay é um desastre – não do tamanho que já foi, mas um drama do mesmo jeito.

Por que o empenho para eliminar a antipatia social em torno do homossexualismo rateia tanto assim? O mais provável é que esteja sendo aplicada aqui a Lei das Consequências Indesejadas, segundo a qual ações feitas em busca de um determinado objetivo podem produzir resultados que ninguém queria obter, nem imaginava que pudessem ser obtidos. É a velha história do Projeto Apollo. Foi feito para levar o homem à Lua; acabou levando à descoberta da frigideira Tefal. A Lei das Consequências Indesejadas pode ser do bem ou do mal. É do bem quando os tais resultados que ninguém esperava são coisas boas, como aconteceu no Projeto Apollo: o objetivo de colocar o homem na Lua foi alcançado – e ainda rendeu uma bela frigideira, além de conduzir a um monte de outras invenções provavelmente mais úteis que a própria viagem até lá. É do mal quando os efeitos não previstos são o contrário daquilo que se pretendia obter. No caso das atuais cruzadas em favor do estilo de vida gay, parece estar acontecendo mais o mal do que o bem. Em vez de gerar a paz, todo esse movimento ajuda a manter viva a animosidade; divide, quando deveria unir. O kit gay, por exemplo, pretendia ser um convite à harmonia – mas acabou ficando com toda a cara de ser um incentivo ao homossexualismo, e só gerou reprovação. O fato é que, de tanto insistirem que os homossexuais devem ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos, ou como uma espécie ameaçada, a ser protegida por uma coleção cada vez maior de leis, os patronos da causa gay tropeçam frequentemente na lógica – e se afastam, com isso, do seu objetivo central.

O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay” é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas “lideranças”. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Tem opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado na sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.

Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência, imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população; já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a sua situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas, num país onde se cometem 50000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser mortos com um tiro na cabeça se fizerem o gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais; o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o menor sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes; são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.

Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para esse tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270000 manifestantes, e que apenas 65000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S.Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ter sido divulgado, para não “estimular o preconceito” - mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”; insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gostar de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos de todos.

Há mais prejuízo que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe, ou com uma irmã, filha, ou neta, e vice-versa. Não poder se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais, e se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles, então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Têm de respeitar a “legítima”, que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão doar livremente 100% de seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?

A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço para transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia” é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada, tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal; ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa “promoção”? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio?

Os gays já percorreram um imenso caminho para se libertar da selvageria com que foram tratados durante séculos e obter, enfim, os mesmos direitos dos demais cidadãos. Na iluminadíssima Inglaterra de 1895, o escritor Oscar Wilde purgou dois anos de trabalhos forçados por ser homossexual; sua vida e sua carreira foram destruídas. Na França de 1963, o cantor e compositor Charles Trenet foi condenado a um ano de prisão, pelo mesmo motivo. Nada lhe valeu ser um dos maiores nomes da música popular francesa, autor de mais de 1000 canções, muitas delas obras imortais como Douce France – uma espécie de segundo hino nacional de seu país. Wilde, Trenet e tantos outros foram homens de sorte – antes, na Europa do Renascimento, da cultura e da civilização, homossexuais iam direto para as fogueiras da Santa Madre Igreja. Essas barbaridades não foram eliminadas com paradas gay ou projetos de lei contra a homofobia, e sim pelo avanço natural das sociedades no caminho da liberdade. É por conta desse progresso que os homossexuais não precisam mais levar uma vida de terror, escondendo sua identidade para conseguir trabalho, prover o seu sustento e escapar às formas mais brutais de chantagem, discriminação e agressão. É por isso que se tornou possível aos gays, no Brasil e no mundo de hoje, realizar o que para muitos é a maior e mais legítima ambição: a de serem julgados por seus méritos individuais, seja qual for a atividade que exerçam, e não por suas opções em matéria de sexo.

Perder o essencial de vista, e iludir-se com o secundário, raramente é uma boa ideia.




Leia também a resposta do Deputado Jean Willys sobre o artigo acima:
http://jeanwyllys.com.br/wp/veja-que-lixo

Culinária - Receita de X- Facebook

Abaixo trago uma receita fácil de fazer e perfeita para quem gosta de postar no Facebook.
Ingredientes:

  • Pão
  • Margarina
  • Máquina fotográfica
Modo de fazer:

  • Pegue um pacote de pão de forma.
  • Tire uma foto, mostrando todos os detalhes do pacote, com a marca e se possível a data de validade.


  • Abra o pacote do pão.
  • Tire uma foto mostrando o pacote de pão aberto.

  • Pegue um pão e coloque sobre uma tábua de forma paralela às bordas da tábua, alinhando-se perfeitamente no sentido norte-sul.
  • Tire uma foto mostrando todos os detalhes do pão, a maciez, o tamanho, e se possível o brilho da tábua.

  • Pegue um pote de margarina.
  • Tire uma foto do pote de margarina fechado, mostrando a marca e se possível também a data de validade.

  • Pegue uma faca.
  • Tire foto da faca alinhada paralelamente à borda esquerda do pão a uma distância aproximada de 3cm (meça com uma régua).
  • Não tirar foto da régua, porque não rende comentários.

  • Pegue um pouco de margarina com a faca e tire uma foto no momento em que ela estiver tocando o pão.


  • Ao términar de passar a margarina no pão, aplicar um golpe com a faca, cortando-o ao meio de forma simétrica.
  • Tirar uma foto do pão cortado, mostrando a simetria e a perfeição da facada.
  • Dobre para fechar o sanduíche.
  • Tire a última foto.
  • Escolha qual foto ficou melhor e poste no teu mural.
  • Marque seus amigos na foto e peça pra eles comentarem.